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Como fica a relação entre Raquel Lyra e Lula com anúncio nda candidatura de Ronaldo Caiado à presidente pelo PSD?

Augusto César Por Augusto César
Como fica a relação entre Raquel Lyra e Lula com anúncio nda candidatura de Ronaldo Caiado à presidente pelo PSD?

blogdoyanlucca/Foto: Ricardo Stuckert / PR

Nesta segunda-feira (23), o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), decidiu recuar na decisão de concorrer à Presidência da República, afunilando as alternativas do PSD (Partido Social Democrático), de Gilberto Kassab, aos governadores Ronaldo Caiado, de Goiás, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul.

Ratinho decidiu retirar seu nome sob a justificativa de que irá finalizar seu mandato no Paraná e, a partir de janeiro de 2027, sairá da vida pública para assumir a presidência do Grupo Massa de Comunicação, de seu pai, o apresentador do SBT, Ratinho.

No entanto, para os bons observadores da política nacional, o PSD já tem o seu escolhido e que deve anunciar em breve que Ronaldo Caiado disputará o Palácio do Planalto, contra o presidente Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (NOVO).

Impactos em Pernambuco

Com isso, cresce nos bastidores da política pernambucana a dúvida quanto à situação em que ficará a relação da governadora Raquel Lyra (PSD) com o presidente Lula. Diferente do que se especula sobre Raquel ficar “na bronca” com o petista, o PSD já calculou o movimento e pretende liberar Raquel da discussão.

Como já revelado pelo Blog do Yan Lucca com exclusividade, a gestora já comunicou a Kassab que pretende manter-se neutra no primeiro turno e, em eventual segundo turno, apoiar o presidente Lula.

Isto porque a pessedista reconhece o peso do voto lulista no estado e a falta desse voto, que pode comprometer seu projeto de reeleição. Neste primeiro momento, Raquel deve se manter em silêncio, mas mantendo os acenos ao PT nacional.

Outro fator que pesa na decisão da governadora é a dificuldade enfrentada por ela na montagem de sua chapa com nomes que contemplem o campo progressista. Com Humberto Costa (PT), Silvio Costa Filho (Republicanos) e Marília Arraes (PDT) no palanque socialista, restaram poucas alternativas mais à esquerda para a chapa da governadora.

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