Local, geral e raquidiana: qual é a função e a diferença entre os tipos de anestesia?
Por Augusto César
Anestesia inibe dores ao paciente – Freepik
Anestesiologista afirma que indução anestésica é segura
Thalis Araújo – As anestesias têm papel importante antes da realização de uma cirurgia, exame, curativo ou outros procedimentos médicos no paciente. Elas atuam bloqueando a sensibilidade do paciente para que não sinta dor, seja no corpo todo ou em um determinado local.
Enquanto o medicamento é administrado, seja por via inalatória (gases), tópica (cremes ou géis) ou injetável, provoca amnésia, bloqueando o estímulo doloroso. Sob efeito, o paciente pode ficar dormindo ou acordado. Tudo depende da conveniência e particularidade do caso.
Quem aplica essa indução é o anestesiologista ou anestesista, vigia o paciente e acompanha as funções vitais, durante o tempo que for necessário, tornando o processo seguro e assistido. O anestesiologista do Hospital Jayme da Fonte, Rodrigo Phillipe Alves, explica os três tipos existentes atualmente: local, geral e raquidiana, mais conhecida como ‘raqui’.
“A anestesia local, como o próprio nome sugere, é um procedimento localizado. O anestesista vai administrar medicamentos na região que vai ser operada e o objetivo é bloquear a sensibilidade dolorosa daquele ponto. A ‘raqui’ é aplicada no canal vertebral, pelve e membros inferiores. Além de bloquear a sensibilidade dolorosa, vai suspender também a motricidade da pessoa”, explica o especialista.
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Rodrigo Phillipe Alves, anestesiologista do Hospital Jayme da Fonte | Foto: Davi de Queiroz/Folha de Pernambuco
“Na anestesia geral, o anestesista vai utilizar os medicamentos de forma sistêmica, seja através da via sanguínea ou da via inalatória e o paciente vai dormir durante todo o procedimento”, acrescenta.
Há riscos de acidente com anestesia? O paciente não deve abrir mão da presença de um anestesiologista até que o movimento da região afetada seja retomado. As chances de uma anestesia promover efeitos adversos, como acidentes ou complicações, são raras. Unidades de saúde com técnicas e instrumentos modernos reduzem as chances de isso acontecer. Provavelmente, após o procedimento médico, o paciente não sentirá, nem se lembrará de nada, uma vez que o anestésico dura o tempo necessário para que a intervenção seja realizada.
Cuidados Para garantir que tudo ocorra bem, como completa o anestesiologista Rodrigo Phillipe Alves, o paciente deve procurar cuidadosamente a equipe cirúrgica que vai operá-lo. Observar a escolha do hospital também conta.
“A segurança do paciente depende da equipe e do hospital. Então, antes de ser submetido a um procedimento cirúrgico, ele tem que fazer a escolha de um hospital com estrutura e uma equipe treinada para atendê-lo”, finaliza.
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