Pular para o conteúdo
Version 1.0.0
RELIGIãO

A justiça de Deus é certa e julga o pecado com retidão

Augusto César Por Augusto César
A justiça de Deus é certa e julga o pecado com retidão

Ezequiel 24.14
Ezequiel 24.14 apresenta a certeza e a irrevogabilidade do juízo de Deus sobre Jerusalém. Depois de repetidas advertências e de muita paciência, chegara o momento em que a sentença anunciada seria executada. A declaração: “Eu, o SENHOR, o disse: será assim, e eu o farei” (v.14) ressalta que a Palavra de Deus não é uma ameaça vazia. Quando o Senhor determina agir em juízo, ninguém pode impedir o cumprimento de sua vontade. As expressões “não tornarei atrás, não pouparei, nem me arrependerei” mostram que, naquele momento, o período de advertência havia terminado e a execução da sentença era inevitável.
Ao dizer “segundo os teus caminhos e segundo os teus feitos, serás julgada” (v.14), Deus demonstra que seu juízo não é arbitrário, mas justo e correspondente à conduta pecaminosa do povo. Jerusalém estava colhendo as consequências de sua persistente rebeldia. O texto também nos lembra que a paciência de Deus não deve ser confundida com tolerância permanente ao pecado. O mesmo Deus que é misericordioso é perfeitamente santo e justo. Por isso, sua graça deve conduzir ao arrependimento e à obediência, e não à presunção.
Lição de vida: Enquanto o Senhor nos chama ao arrependimento, devemos ouvir sua Palavra e voltar-nos para ele, reconhecendo que Deus é fiel tanto em suas promessas de graça quanto em suas advertências de juízo.

4ª Igreja Presbiteriana de Garanhuns
Garanhuns, 02 de setembro de 2026

Texto para leitura anual: Ezequiel 23-25

“Assim diz o SENHOR”: a certeza absoluta da Palavra de Deus

Ezequiel 26.21
Ezequiel 26.21 termina a profecia contra Tiro com uma expressão decisiva: “diz o SENHOR Deus”. Essa declaração é o fundamento de tudo o que foi anunciado. A destruição de Tiro poderia parecer improvável aos homens, especialmente diante de sua riqueza, poder comercial e posição estratégica. Contudo, a certeza do juízo não dependia das circunstâncias, da força dos inimigos ou das probabilidades humanas. Aconteceria porque o SENHOR havia falado. Quando Deus diz: “Farei de ti um grande espanto”, ele não apresenta uma possibilidade, mas declara soberanamente aquilo que determinou realizar. O mesmo Deus que fala é aquele que possui todo o poder para cumprir o que falou.
A expressão “diz o SENHOR Deus” também estabelece uma diferença fundamental entre a palavra humana e a Palavra divina. O homem pode prometer e não conseguir realizar; pode planejar e ser impedido; pode prever e se enganar. Deus, porém, não fala sobre aquilo que talvez aconteça. Quando ele decreta e anuncia seu propósito, sua Palavra carrega a autoridade daquele que governa a história. Como declara Isaías 46.10: “O meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade”. Tiro passaria, sua glória desapareceria, mas a Palavra que pronunciou sua queda permaneceria verdadeira.
Lição de vida: a expressão “Assim diz o SENHOR” nos ensina a receber a Escritura não como simples opinião, conselho ou sugestão, mas como Palavra do Deus soberano. Nossa fé não repousa no que parece provável, mas naquele que falou. Se o SENHOR disse, devemos crer; se o SENHOR ordenou, devemos obedecer; se o SENHOR prometeu, devemos confiar; se o SENHOR advertiu, devemos temer. A autoridade da Palavra está na autoridade daquele que a pronunciou.

4ª Igreja Presbiteriana de Garanhuns
Garanhuns, 03 de setembro de 2026

Texto para leitura anual: Ezequiel 26-28