Proteína ativada por temperaturas mais baixas ajuda a explicar longevidade das baleias-da-groenlândia — Foto: Michael Nolan/robertharding/picture alliance
Cientistas da Universidade de Tóquio estudam baleias que podem viver mais de 200 anos e identificaram proteínas ligadas ao reparo do DNA e à resistência ao envelhecimento, ajudando a explicar como esses animais atingem uma longevidade tão extrema.
Ao analisar esses mecanismos, os pesquisadores observaram efeitos positivos até em células humanas em laboratório, levantando a possibilidade de que essas descobertas possam, no futuro, contribuir para prolongar a vida humana.

Por Augusto César