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ELEIçõES 2026

Túlio Gadelha se filia ao PSD, lança Pré-candidatura ao senado, e diz que Lula não deverá vir a Pernambuco dar apoio a João Campos no 1º turno

Augusto César Por Augusto César
Túlio Gadelha se filia ao PSD, lança Pré-candidatura ao senado, e diz que Lula não deverá vir a Pernambuco dar apoio a João Campos no 1º turno

O deputado federal Túlio Gadelha oficializa sua filiação ao PSD e entra de vez no tabuleiro político de 2026 ao lançar sua pré-candidatura ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra.

A movimentação não apenas reforça o grupo da governadora, como também envia um recado direto ao cenário político estadual: o palanque do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Pernambuco tende a não ser exclusivo no primeiro turno.

Recado político claro

Com a entrada de Túlio na chapa, a estratégia construída com aval do Palácio do Planalto aponta para a formação de um segundo palanque competitivo para Lula no estado. Na prática, isso enfraquece a expectativa de apoio direto ao prefeito do Recife, João Campos, já no primeiro turno.

A leitura nos bastidores é de que Lula deve adotar uma postura mais equilibrada, dialogando com diferentes campos políticos, especialmente diante da aproximação com Raquel Lyra.

Aliança amplia campo político

Túlio, que tem trajetória ligada à defesa da democracia, dos direitos humanos e das pautas sociais, chega com o objetivo de ampliar o diálogo com setores progressistas e fortalecer a base do governo federal em Pernambuco.

Defensor do presidente Lula, o parlamentar passa a integrar uma estratégia que busca expandir a presença do projeto nacional no estado, criando novas possibilidades eleitorais.

Novo cenário para 2026

A filiação de Túlio ao PSD e sua pré-candidatura ao Senado reposicionam o cenário político pernambucano. Com dois palanques em disputa, a eleição tende a ganhar novos contornos, aumentando a competitividade e redesenhando alianças.

Nos bastidores, o movimento já é visto como um divisor de águas na disputa estadual, com impactos diretos na corrida pelo Governo e pelo Senado.

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