Salmo 135
O Salmo 135 é um grande convite à adoração. O salmista conclama os servos do Senhor a louvarem o seu nome, destacando sua bondade, sua eleição graciosa e seu governo absoluto sobre a criação. Deus escolheu Israel para ser seu povo particular (v. 4), não por mérito humano, mas por sua livre graça. Em seguida, o salmista exalta a soberania divina sobre o universo: “Tudo quanto aprouve ao SENHOR, ele o fez, nos céus e na terra, no mar e em todos os abismos” (v. 6). Os fenômenos da natureza, as chuvas, os ventos e todas as forças da criação estão sob o seu controle. O Senhor não é um deus limitado ou regional, mas o Criador e Governador de todas as coisas.
A segunda parte do salmo relembra os grandes atos redentores de Deus na história de Israel, especialmente a libertação do Egito e a conquista da Terra Prometida. Esses feitos demonstram que o Senhor age em favor do seu povo e cumpre fielmente suas promessas. Em contraste com o Deus vivo, o salmista descreve a inutilidade dos ídolos: eles têm boca, olhos e ouvidos, mas não podem falar, ver nem ouvir (vv. 15-18). Aqueles que confiam neles tornam-se semelhantes a eles, espiritualmente insensíveis e incapazes de compreender a verdade. O salmo termina conclamando todo o povo de Deus a bendizer o Senhor, reconhecendo que somente Ele é digno de confiança, adoração e obediência.
Lição de vida: Quanto mais contemplamos quem Deus é e o que Ele tem feito por seu povo, mais motivos encontramos para adorá-lo. Não coloque sua confiança em pessoas, bens ou qualquer outro substituto; confie no Senhor, que reina soberanamente, age poderosamente e permanece fiel para sempre.
Rev. Edson Dantas de Oliveira
4ª Igreja Presbiteriana de Garanhuns
Garanhuns, 19 de junho de 2026
Texto para leitura anual: Salmo 133-135

Por Augusto César