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MALANDRO É O LULINHA QUE APLICOU O DINHIRO QUE ROUBOU DOS APOSENTADOS NA SUIÇA, PORUE NÃO CONFIA NO PAÍS QUE O PAI DELE GOVERNA, DIZ INTERNAUTA

Augusto César Por Augusto César
MALANDRO É O LULINHA QUE APLICOU O DINHIRO QUE ROUBOU DOS APOSENTADOS NA SUIÇA, PORUE NÃO CONFIA NO PAÍS QUE O PAI DELE GOVERNA, DIZ INTERNAUTA

A afirmação de que Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, aplicou na Suíça dinheiro desviado de aposentados provém de uma interpretação direta de investigações reais conduzidas pela Polícia Federal (PF) em 2026, embora a defesa negue veementemente as acusações.

O pano de fundo dessa alegação envolve a Operação Sem Desconto da Polícia Federal, que investiga fraudes e descontos indevidos bilionários contra cerca de 6 milhões de aposentados e pensionistas do INSS.

O que a Polícia Federal de fato descobriu?

  • Mensagens interceptadas: A PF encontrou conversas no celular da lobista Roberta Luchsinger, investigada no esquema do INSS, direcionadas a Lulinha. Em uma das mensagens trocadas, ela afirma que o trabalho deles estava em “outro nível” e diz explicitamente: “nosso futuro é a Suíça”.
  • Contas no Exterior: Os relatórios apontam que o grupo ligado a ele discutiu a criação de estruturas financeiras e a abertura de contas em paraísos fiscais, citando nominalmente Liechtenstein e a Suíça, com o intuito de ocultar ou proteger o patrimônio.
  • Suspeita de Repasses: Delatores e mensagens analisadas pela PF indicam que o principal operador das fraudes previdenciárias, conhecido como “Careca do INSS”, realizava repasses de dinheiro que seriam supostamente destinados ao “filho do rapaz” (termo que os investigadores associam a Lulinha). O filho do presidente é alvo de inquéritos por tráfico de influência, corrupção e organização criminosa.

O posicionamento da defesa

Os advogados de Fábio Luís Lula da Silva refutam todas as acusações. A defesa declarou publicamente que Lulinha não possui qualquer ligação direta ou indireta com as fraudes investigadas na CPMI do INSS, classificando o caso como uma perseguição política com fins eleitorais. Eles argumentam que toda a movimentação financeira dele é legal, decorrente de suas atividades empresariais e de adiantamento de herança familiar, e devidamente declarada ao fisco.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em entrevistas que o Palácio do Planalto não irá interferir na atuação dos delegados e que as investigações da PF devem seguir o curso legal.