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MúSICA

Nattan se prepara para o São João com projeto em que volta a falar de amor: “Sou muito romântico”

Augusto César Por Augusto César
Nattan se prepara para o São João com projeto em que volta a falar de amor: “Sou muito romântico”

“Nattanzinho falando de amor” está de volta em “Paredão do Nattan” (Foto: Superafter)

Para quem sentia saudades do “Nattanzinho falando de amor”, o artista cearense trouxe de volta a sua versão apaixonada com o DVD “Paredão do Nattan”. Já disponível nas plataformas digitais, o projeto gravado em Fortaleza apresenta 32 músicas e conta com diversas participações especiais para embalar o público neste São João.

O repertório reafirma a versatilidade do artista ao promover um diálogo entre o forró tradicional e vertentes modernas, como o piseiro e o eletrônico, exaltando a força da música nordestina contemporânea.

“Sou muito romântico, às vezes até brega demais”, confessa Nattan em entrevista ao Diario. Pai da pequena Zuza, fruto do relacionamento com a influenciadora Rafa Kalimann, o cantor conta que mantém o hábito de levar flores para as duas sempre que retorna das viagens. “Muita gente espera o Natan louco que pula no meio do povo, mas também tem aquele ‘Natanzinho falando de amor”, afirma.

Ele deixou de interpretar músicas a partir da leitura, por considerar que isso compromete o sentimento, sobretudo nas canções românticas. Hoje, prefere aprender, entender a história e sentir o que cada faixa propõe antes de levá-la ao público.

Não por acaso, depois de uma fase dedicada ao piseiro de festa, aos batidões eletrônicos e até flertar com sertanejo, o cantor decidiu voltar às origens em “Paredão do Nattan”. Para abrir o audiovisual, escolheu “Aproveita Que Eu Tô Brigado”, em parceria com Zé Vaqueiro.

A faixa, um desejo antigo, veio à tona após encontrar o momento certo para colocá-la em um trabalho com o protagonismo nordestino. “Acho que não tinha outra pessoa melhor para cantar comigo”, afirma. Na canção, o protagonista está sem rumo e pede abrigo na madrugada para matar a saudade sem compromisso, deixando claro que o afeto é passageiro: “Me usa e devolve, que é só emprestado”, diz um dos trechos.

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